quarta-feira, 9 de janeiro de 2019

O-BOPEN !! ELEIÇÃO DE POLITICOS ,COMO DEFINIR UMA IDEOLOGIA POLÍTICA NA HORA DO VOTO?

Esquerda e direita são termos usados, frequentemente, para definir posicionamentos políticos, partidários e ideológicos, dentro e fora do Brasil. 
 
Há também aqueles que se declaram de centro, teoricamente, defendendo ideias de ambas as perspectivas.
Porém, a maioria das pessoas parece não entender de forma clara o que representa cada uma dessas ideologias. Para compreender as definições é preciso voltar um pouco na história e entender como os termos passaram a ser usados no meio político.

Revolução Francesa

A Revolução Francesa, que aconteceu de 1789 a 1799, buscava o fim do absolutismo, que é uma forma de governo onde o poder está concentrado apenas em uma pessoa. No caso da França, nessa época, as decisões políticas estavam nas mãos do rei Luís XVI.

Durante a revolução, membros da sociedade francesa se reuniam na Assembleia Constituinte para definir o futuro político e econômico do país. A parcela mais rica da burguesia não queria se sentar ao lado da parte mais pobre da sociedade, então sentavam-se do lado direito, esses, defendiam a manutenção do sistema político, com a justificativa de manter a ordem no país.
  • Os que se sentavam do lado esquerdo buscavam a reforma política e o fim das desigualdades entre a realeza e o resto da sociedade. A partir de então, os termos passaram a ser utilizados para definir ideologias políticas e partidárias.
 Desde esse período, os esquerdistas ficaram conhecidos como libertários, pois queriam mais liberdade social e política, e a direita como conservadores, pois buscavam conservar o sistema da época.
 
Percepção dos conceitos atualmente
 
Em 2014, durante o período eleitoral, a agência Hello Research entrevistou pessoas das cinco regiões do país para saber qual era o posicionamento político dos brasileiros. 41% dos entrevistados não souberam responder ao questionamento.
  • A porcentagem dos que se declararam de direita e de esquerda foi a mesma, 9%. Em seguida vem centro-direita com 4%, centro-esquerda e extrema-esquerda, ambas com 3%, e extrema-direita com 2%.
Para a maioria das pessoas, a esquerda representa os interesses dos trabalhadores socialmente desfavorecidos e a direita busca atender os interesses das classes mais ricas da sociedade. Embora as afirmações façam sentido, não podemos resumir os conceitos apenas a essas ideias.
 
Vale citar que os termos não possuem definições únicas quando ligados ao meio político.
  • Para Norberto Bobbio, filósofo e cientista político, por exemplo, a direita pode ser definida por priorizar a liberdade, e a esquerda por priorizar a igualdade.
  • Já para o filósofo inglês, Roger Scruton, a diferença entre esquerda e direita está apenas na questão da igualdade. Segundo ele, a direita afirma que a desigualdade é natural, por isso deve ser aceita e a esquerda afirma que a desigualdade é social, por isso deve ser combatida.
Tendo em mente o contexto histórico e as diferentes visões sobre os termos, e, levando em consideração a sua visão sobre a situação política do país e os seus ideais, fica mais fácil fazer uma autoanalise e definir sua posição ideológica.
 
No Brasil muitos partidos e parlamentares não declaram de forma clara suas bandeiras e ideologias. De qualquer forma, as políticas defendidas pelos mesmos, deixam claro o viés político que seguem.
  •  Nas eleições quando vamos escolher quais parlamentares administrarão o país durante os próximos anos, devemos saber colocar Esquerda com esquerda e nunca direita com esquerda ex:- Presidência ,Governo, Senado, Estadual e Federal.
  • Nas prefeituras Prefeito de Esquerda e Vereador de Esquerda. Porque o eleitor está erando muito na hora de votar, colocam um de esquerda e vereadores de direita, desta enfraquecem a prefeitura.
Ficar atento as propostas defendidas e as bandeiras levantadas é um meio de entender qual a ideologia dos partidos e candidatos e assim definir seu voto segundo o que você espera para o futuro econômico e social do país e também para cobrá-los depois de eleitos.
  •  Não basta votar, é saber as propostas e escolher em quem votar!
  • Saber votar exige fiscalizar as propostas e exigir cumprimento!
  • Exigir cumprimento é participar do mandato!
Cidadão, votar é assumir um compromisso importante, o de escolher quem vai representá-lo frente à organização político-administrativo-social da qual todos fazemos parte. Por favor, pense e faça isso com o respeito que a questão merece!
Afinal, as consequências serão de todos.

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